DOENÇAS DA TIREOIDE

Dra. Cecília Finotti Nishikawa Almeida

CRM 16902-DF / RQE 10654

Ansiedade, irritabilidade, cansaço, desânimo... Você já procurou saber se sua tireóide está ok?

 

Se você está tendo esses sintomas ou se vem apresentando problemas com o sono (insônia ou sonolência excessiva), é importante saber se sua tireóide está funcionando bem.

 

Tanto o excesso dos hormônios tireoidianos (hipertireoidismo) quanto a falta deles (hipotireoidismo) podem gerar sintomas subjetivos, que muitas vezes se confundem com aqueles dos transtornos de ansiedade, depressão e outras doenças.

 

O diagnóstico das disfunções tireoidianas em geral é fácil e rápido, sendo confirmado por meio da dosagem dos hormônios tireoidianos no sangue. Em alguns casos, outros exames (como ecografia e cintilografia de tireóide) podem ser necessários para complementar a avaliação, especialmente no caso de suspeita de nódulos na tireóide.

O tratamento das disfunções tireoidianas é eficaz na melhora dos sintomas e deve ser conduzido por um especialista. Não deixe de procurar um endocrinologista em caso de sintomas suspeitos. Cuide de sua tireoide. Cuide de você.

Saiba mais, lendo os artigos abaixo:

10 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O HIPOTIREOIDISMO


https://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-hipotireoidismo/ O hipotireoidismo é uma disfunção na tireoide (glândula que regula importantes órgãos do organismo), que se caracteriza pela queda na produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). É mais comum em mulheres, mas pode acometer qualquer pessoa, independente de gênero ou idade, até mesmo recém-nascidos - o chamado hipotireoidismo congênito. Confira, abaixo, as 10 coisas que você precisa saber sobre hipotireoidismo:

1. Em recém-nascidos, o hipotireoidismo pode ser diagnosticado através da triagem neonatal, pelo "Teste do Pezinho".

2. O Teste do Pezinho deve ser feito, preferencialmente, entre o terceiro e o sétimo dia de vida do bebê. Em caso de resposta positiva ao hipotireoidismo congênito, o tratamento precisa ser iniciado imediatamente, sob rigoroso controle médico, para evitar suas consequências, entre elas o retardo mental. Assim, o bebê poderá ter uma vida normal.

3. Cerca de um a cada 4 mil recém-nascidos possuem hipotireoidismo congênito.

4. Em adultos, na maioria das vezes, o hipotireoidismo é causado por uma doença autoimune denominada Tireoidite de Hashimoto.

5. O tratamento do hipotireoidismo é feito com o uso diário de levotiroxina, na dose prescrita pelo médico. E os comprimidos são em microgramas, variando de 25 a 200, e não em miligramas como a maioria dos medicamentos. Por isso, a levotiroxina não deve ser manipulada, pois há chance de erro de dosagem e biodisponibilidade
6. Para reproduzir o funcionamento normal da tireoide, a levotiroxina deve ser tomada todos os dias, em jejum (no mínimo meia hora antes do café da manhã), para que a ingestão de alimentos não diminua a sua absorção pelo intestino. Outros medicamentos devem ser ingeriodos pelo menos uma hora após a levotiroxina para não atrapalhar a absorção da mesma.

7. Se estiver usando a medicação regularmente, e dessa forma mantendo os níveis de TSH dentro dos valores normais, quem tem hipotireoidismo pode levar uma vida saudável, feliz e completamente normal.

8. Se o hipotireoidismo não for corretamente tratado, pode acarretar redução da performance física e mental do adulto, além de elevar os níveis de colesterol, que aumentam as chances de problemas cardíacos.

9. Depressão, desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, falhas de memória, cansaço excessivo, dores musculares, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso e aumento de colesterol no sangue estão entre os sintomas do hipotieroidismo.

10. Não se deve confundir hipotireoidismo com hipertireoidismo, pois as disfunções são opostas: enquanto no "hipo" existe diminuição da produção de hormônios; no hiper, há o aumento. Consultoria: Dra. Fernanda Vaisman, membro do Departamento de Tireoide da SBEM, uma das coordenadoras da campanha da Semana Internacional da Tireoide 2019




10 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE TIREOIDE E GESTAÇÃO


https://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-tireoide-e-gestacao/ Durante a gravidez ocorrem mudanças importantes no organismo da mulher e, especialmente, no funcionamento da tireoide. É normal, neste período, que a gestante apresente níveis de hormônios diferentes de mulheres não grávidas. Esses hormônios têm papel importante no desenvolvimento saudável da gestação e do feto. Por isso, é preciso ter atenção, principalmente neste momento da vida da mulher. O mau funcionamento da glândula pode acarretar em problemas graves de saúde, tanto para mãe quanto para o bebê. Confira abaixo as 10 coisas que você precisa saber sobre tireoide e gestação. 1. Durante a gestação, a glândula da tireoide materna é mais exigida do que fora deste período fazendo parte da fisiologia normal da gravidez. Além disso, a do feto só começa a funcionar plenamente a partir da 20ª semana. 2. A avaliação do hormônio TSH deve ser o primeiro exame a ser realizado pela gestante. É ele que vai avaliar qual o risco da gestante evoluir para uma disfunção tireoidiana ou diagnosticar um problema que ela já possa ter. Em disfunções mais discretas a recomendação é que se repita o TSH. Lembrando que é normal a gestante apresentar um TSH um pouco mais baixo. 3. Quando a glândula da tireoide não funciona corretamente pode trazer sérios problemas durante a gestação. Na gestante, pode contribuir para o aumento de sangramentos, abortos prematuros, além de hipertensão. Já com relação ao bebê, pode causar problemas mentais, déficit cognitivo e aparecimento de bócio. 4. O hipotireoidismo e o hipertireoidismo podem ser fatores para infertilidade. Toda mulher que está tentando engravidar precisa ter os hormônios da tireoide avaliados. 5. Para alguns especialistas, toda gestante deve ter a tireoide avaliada. Para outros, deve-se levar em consideração as gestantes de risco. Deve-se ter atenção com grávidas com mais de 35 anos, com história familiar e pessoal de doença tireoidiana e que tenham anticorpos positivos ou algum sintoma. 6. Uma vez que a gestante seja diagnosticada com alguma disfunção na tireoide, o tratamento deve ser iniciado imediatamente. 7. A adesão ao tratamento é muito importante para mãe e para o bebê. A ingestão do hormônio tireoidiano é diária e a dose pode ser ajustada de acordo com a evolução da gravidez. É normal que a dose estipulada no início seja alterada e, durante o primeiro trimestre, o monitoramento do hormônio é frequente. 8. Mesmo após o parto, a mulher não deve abandonar o tratamento se ainda apresentar o problema. É importante ressaltar que o hormônio tireoidiano não faz nenhum mal ao bebê. Com isso, a mãe pode continuar com a amamentação sem problemas. 9. É comum durante a gravidez que a gestante desenvolva um aumento da tireoide, formando pequenos nódulos. Não é necessário realizar ultrassonografia de rotina da tireoide em gestantes. Na maioria dos casos, esses nódulos não são visíveis e não trazem riscos à gestante. O ideal é acompanhar e tratar, se for o caso, após a gestação. 10. Em alguns casos, os níveis de hormônios tireoidianos voltam ao normal após a gravidez. Porém, é importante que essas mulheres fiquem atentas, pois o risco delas voltarem a apresentar novos problemas na glândula é grande. *Consultoria das doutoras Patrícia de Fátima Teixeira, vice-presidente do Departamento de Tireoide da SBEM, e Fernanda Vaisman, diretora do Departamento.





Endocrinologia e Metabologia

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